Mostrando postagens com marcador Artigos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Artigos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de março de 2012

A Brincadeira e o Jogo na Educação Infantil!







Algo sagrado na vida de uma criança é a brincadeira. A importância do ato de brincar é tanta que a sua falta pode resultar num adulto inibido e incapaz de realizar seus desejos e fantasias. “É na fase do brincar que se dá a delineação psíquica de um dos pilares da criatividade de todo ser humano. O brincar é universal, saudável e facilita a comunicação consigo e com os outros, propiciando experiências de imaginação e criatividade inéditas”. Observa a psicóloga Kelly Cristina Arrigatto Gonçalves.





Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar parte integrante da atividade educativa. Além de possibilitar o exercício daquilo que é próprio no processo de desenvolvimento e aprendizagem, brincar é uma situação em que a criança constitui significados, sendo forma tanto para a assimilação dos papéis sociais e compreensão das relações afetivas que ocorrem em seu meio, como para a construção do conhecimento.



Na educação infantil, é difícil estabelecer um horário para a brincadeira e um horário para a aprendizagem. Hoje sabe-se que a criança aprende brincando. O mundo em que ela vive é descoberto através de jogos dos mais diversos tipos que vão dos mais simples de encaixe às mais curiosas brincadeiras folclóricas. O jogo, para a criança, é o exercício e a preparação para a vida adulta. É através das brincadeiras, seus movimentos, sua interação com os objetos e no espaço com outras crianças que ela desenvolve suas potencialidades, descobrindo várias habilidades.



Os métodos de ensino foram a preocupação dos educadores durante anos. Não se dava praticamente nenhuma importância para a maneira em que o aluno assimilava os conteúdos e se a aprendizagem era realmente eficaz. Atualmente, a preocupação está em descobrir como a criança aprende. O professor pode usar uma estratégia de ensino excelente, na sua visão, mas se não estiver adequada ao modo de aprender da criança, de nada servirá. Toda criança gosta de brincar. Então, se a criança aprende brincando, por que então não ensinarmos da maneira que ela aprenda melhor, de uma forma prazerosa e, portanto, eficiente?


A utilização de certos jogos e brincadeiras como facilitadores na aprendizagem, na educação infantil, são sem dúvida, a solução para se obter resultados positivos no processo de ensino – aprendizagem das crianças. Mas, é importante que se tenham bem definidos os objetivos que queremos alcançar quando trabalhamos como o lúdico, e ter cuidado também com as brincadeiras que vamos mediar, para que esta esteja ligada ao momento correto do desenvolvimento infantil.



Como já sabemos, os brinquedos e as brincadeiras são fontes inesgotáveis de interação lúdica e afetiva. Para uma aprendizagem eficaz é preciso que o aluno construa o conhecimento, assimile os conteúdos. E jogo é um excelente recurso para facilitar a aprendizagem. Neste sentido, CARVALHO afirma que:


"desde muito cedo o jogo na vida da criança é de fundamental importância, pois quando ela brinca, explora e manuseia tudo aquilo que está a sua volta, através de esforços físicos se mentais e sem se sentir coagida pelo adulto, começa a ter sentimentos de liberdade portanto, real valor e atenção as atividades vivenciadas naquele instante." (1992,p14)
E acrescenta, mais adiante:
"e o ensino absorvido de maneira lúdica, passa a adquirir um aspecto significativo e afetivo no curso do desenvolvimento da inteligência da criança, já que ela se modifica de ato puramente transmissor a ato transformador em ludicidade, denotando-se portanto em jogo."(1992,p28)


As ações com o jogo devem ser criadas e recriadas, para que sejam sempre uma nova descoberta, e sempre se transformem em um novo jogo, em uma nova forma de jogar. Quando brinca, a criança toma certa distância da vida cotidiana, entra em seu mundo imaginário e ilusório, não estando preocupada com a aquisição de conhecimento ou desenvolvimento de qualquer habilidade mental ou física.


O que importa, neste caso, é o processo em si de brincar, algo que flui naturalmente, pois a única finalidade é o prazer, a alegria, a livre exploração do brinquedo. Diante dessas informações sobre o prazer de se aprender brincando, sobre a facilidade que o professor tem em conduzir uma aula, partindo da curiosidade dos alunos, atualmente, muitos educadores pensam que dinamizar as suas aulas utilizando jogos e brincadeiras é pura "perda de tempo". Todavia é fundamental conscientizar esses professores da importância do brincar. Mas como fazê-lo?


O brincar sendo direcionado, seguindo uma linha de aprendizagem para o alcance de objetivos é o caminho. Torna-se importante levar o educador a refletir sobre a sua prática pedagógica no que diz respeito à utilização de jogos e brincadeiras, no decorrer de suas aulas, e também de buscar informações, sobre a prática de ensino de alguns educadores que trabalham com crianças e que conciliam as suas aulas com os jogos e com as brincadeiras. É importante também investigar sobre algumas brincadeiras e jogos que, ainda que pareçam sem importância para os adultos, testam diversas habilidades e conhecimento da criança.
Exemplo de episódio verídico:

No parque, crianças de 4 anos brincam com areia. Uma delas se aproxima da professora e oferece "o bolo de chocolate" que havia feito com areia:
__ Professora, experimenta. Fui eu que fiz.
__ Hum! Que delícia! Mas agora me deu sede. Você não quer fazer um suco para mim?__ Tá bom. A criança mistura água com um pouco de areia num copinho de danone.
__ Professora, olha o suco.
__ Do que é?
__ É de laranja.
__ Que tipo de laranja?__ Laranja – lima.
A criança volta e faz outro bolo, só que agora com enfeites de folha de árvore, e o oferece à professora.
__ Você só sabe fazer doce?
__ Não.__ Então eu quero um salgado.
__ Eu vou preparar um salgadinho doce.
A criança volta com várias bolinhas de areia nas mãos.__ Obá! Que salgadinho é esse?
__ Bolinha de queijo.A professora fingindo comer o salgadinho oferece-o a outra criança:__ Quer uma, Matheus?__ Eu não!!! __ responde Matheus.
__ Ah! Nós come de mentirinha __ diz a primeira criança.

(Episódio extraído do relatório de estágio de Juliana Nogueira, aluna do curso de Magistério, 1993)



No episódio citado acima percebe-se claramente que, a professora ao passar a fazer parte da brincadeira que surgiu naturalmente de uma aluna, aproveitou a mesma para criar situações de aprendizagem: ao perguntar se a menina só sabia fazer doce, de que fruta era o suco, entre outras. Assim a professora explorou o brincar, enriquecendo-o, possibilitando maior organização e significado.


Sem dúvida, o jogo tem um valor de formação de caráter excitante e também esforço voluntário, pois trabalha a nossa atenção, concentração e conhecimento. Com a criança não é diferente. Tendo como característica universal a brincadeira, a criança, através do brincar e do jogo, faz suas próprias descobertas, testa seus limites, aprende regras básicas de convivência e desenvolve o emocional e o cognitivo. Vimos através do exemplo prático que a criança aprende brincando, pois a brincadeira é algo sem "compromisso" que se realiza naturalmente, sem cobranças.

Segundo HAIDT (2000), o jogo é uma atividade física ou mental organizada por um sistema de regras. É uma atividade lúdica, pois se joga pelo simples prazer de realizar esse tipo de atividade. Para o autor, quando se está brincando com um jogo, nós nos preocupamos exclusivamente com o prazer que este nos proporciona, atentamos para as regras e, no final se saíram vencedores ou perdedores. Mas, analisando profundamente esta questão, a participação em jogos contribui e muito para a formação de futuros cidadãos conscientes, como o respeito mútuo, a solidariedade, a cooperação, a sinceridade, a obediência às regras, senso de responsabilidade, entre outros.


Sem dúvida, o jogo tem um valor de formação de caráter excitante e também esforço voluntário, pois trabalha a nossa atenção, concentração e conhecimento. Com a criança não é diferente. Tendo como característica universal a brincadeira, a criança, através do brincar e do jogo, faz suas próprias descobertas, testa seus limites, aprende regras básicas de convivência e desenvolve o emocional e o cognitivo. Vimos através do exemplo prático que a criança aprende brincando, pois a brincadeira é algo sem "compromisso" que se realiza naturalmente, sem cobranças.



“Brincar não é perder tempo, é ganhá-lo. É triste ter meninos sem escola, mas mais triste é vê-los enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação humana".
Carlos Drummond de Andrade
http://elizinharocha.blogspot.com/2009/05/brincadeira-e-o-jogo-na-educacao.html

segunda-feira, 12 de março de 2012

Tipos de espaços para brincar e como desenvolver habilidades na criança


São necessárias habilidades distintas para brincar em diferentes tipos de espaços. Há alguns espaços mais adequados que outros para certos estágios do desenvolvimento da criança. Há quatro tipos básicos de espaços para brincar:
 1)  Um espaço amplo, livre para brincar. Exemplo uma quadra, um gramado ou um ambiente sem nenhum objeto.
 2)  Um espaço amplo, com objeto móvel. Exemplo: um gramado ou uma sala, com uma bola grande, um animal ou uma criança.
 3)  Um espaço com muitos móveis e muitos objetos. Exemplo: um quarto cheio de móveis e brinquedos ou um parquinho cheio de equipamentos para brincar.
 4)  Um espaço com  muitas pessoas se movimentando. Exemplo: um quarto ou uma sala de aula cheia de crianças brincando.
 A criança fica livre para concentrar-se em seu próprio corpo e no controle de seus movimentos. Ela aprende a ficar consciente dos movimentos que ocorrem a sua volta, para evitar levar “trombada”. Cada um dos espaços citados faz diferentes exigências das habilidades físicas da criança.
É claro que o mesmo espaço físico pode transformar-se rapidamente  de um para o outro tipo de espaço.
 Para desenvolver habilidades da criança:
 Para proporcionar à criança oportunidades divertida para que se desenvolva sua habilidade física, devemos considerar quatro aspectos:
Tipo de espaço disponível para ela brincar;- Tipo de objeto disponível- Se ela está preparada para compartilhar brincadeiras e brinquedos com outras crianças;- E, acima de tudo, não força-la a fazer aquilo de que não gosta.
A disponibilidade da criança em brincar junto com outras decorre de um desenvolvimento longo e lento que, aos três anos de idade, está apenas começando. É necessário, porém, prestar atenção no espaço que a criança tem para brincar, seja em sua casa, na escola ou em qualquer outro lugar.
BRINQUE!
ADAPTE UM ESPAÇO

Movimentos e estágios do corpo ao brincar.


Em todo “brincar” a participação é do Corpo e da Alma
As crianças parecem possuir uma reserva inesgotável de energia. Elas adoram movimentar-se, especialmente quando possuem confiança naquilo que podem fazer, Podemos ajudá-las a explorar movimentos de um modelo divertido.
 Os movimentos podem ser classificados em dois grupos principais:

a)  Movimentos para controlar o corpo:
- No mesmo lugar (equilíbrio)
- Deslocando-se de um lugar para o outro.
b)   Movimentos para controlar objetos:
- carregando,
- jogando,
- agarrando,
 Muitos destes movimentos são comuns a todas as crianças., tais como levantar, andar, correr, saltar, sentar, ajoelhar e assim por diante.
Já outros dependem das oportunidades oferecidas às crianças. E tais oportunidades variam de cidade para o campo, de país para país, etc. Por exemplo: crianças da cidade têm, provavelmente, mais chances de subir escadas e andar de carrinho de rolimã; crianças do campo têm mais oportunidade de andar a cavalo ou subir morros cheios de capim e rolar lá de cima.
 Estágio do brincar
Cada vez que a criança aprende uma nova maneira de usar o corpo é possível identificar três estágios:
 1º estágio: muitas tentativas e muitos fracassos
Você consegue imaginar quando seu filho ou alguém conhecido começou a andar? Ele caía e tentava de novo. A criança sabe o que fazer, mas ainda não sabe como fazer.
Falhar faz parte do aprendizado, mas para uma criança pode ser muito frustrante não conseguir fazer o que quer, ou o que seus pais ou educadores querem que ela faça, ou mesmo aquilo que seus amigos querem vê-la fazer. Se a criança não consegue fazer alguma coisa, não devemos dar importância; simplesmente que logo ela vai conseguir. Recebendo nosso estímulo ela alcançará o 2º e o 3º estágio quando chegar a hora.
 2º estágio: experiências organizadas
A criança terá sucesso à medida que tentar modos diferentes para ver qual funciona melhor. Neste estágio a criança concentra-se muito naquilo que está fazendo e, freqüentemente, observa as partes do corpo que estão mais envolvidas na ação.
 3º estágio: ações automáticas
Aos poucos a criança passa a executar o movimento com tal sucesso que não precisa mais prestar atenção. O movimento torna-se automático e sua atenção fica livre para dedicar-se a outras coisas ao mesmo tempo. Por exemplo: andar, falar e manipular um brinquedo. Ela não era capaz disso no 2º estágio.
As crianças participam de experiências diferentes quando brincam. Algumas podem ter mais oportunidades que outras de praticar algumas habilidades.

Dicas de brinquedos para o “brincar” com as crianças


O  brinquedo é um objeto ou uma atividade lúdica, que a criança pode usar no ato de brincar.
Os brinquedos são de vital importância para o desenvolvimento da criança pois propicia o desenvolvimento simbólico, estimula a sua imaginação e a sua capacidade de raciocínio.
Os brinquedos como a brincadeira em si oferecem entretenimento, ao mesmo tempo cumprem um papel educativo, auxiliam o desenvolvimento das habilidades físicas e mentais que serão suporte ao longo da vida.
Nos primeiros anos de vida os estímulos sensoriais o contato físico, o afago,  o olhar comunicativo para com as crianças é fator propulsor para o seu desenvolvimento.
Os brinquedos mais apropriados para os bebes até 12 meses são:
  • Móbiles e outros objetos sonoros e luminosos suspensos no berço ou colocados no carrinho de passeio que possam ser observados e tocados pelas crianças.
  • Objetos  e bonecos de material maleável para manipular e morder.
  • Livros com ilustrações, de pano ou de borracha que podem ser oportunizados até na hora do banho.
  • Brinquedos sonoros chocalhos, guizos que podem estar fixados nas roupas nas pernas ou nos punhos. A criança ao se movimentar vai experimentar o efeito do som através dos seus movimentos.
  • Oferecer brinquedos de diferentes matérias e cores, formas e texturas (pano, borracha, pelúcia, madeira, vinil).
  • Brinquedos com rodas para puxar, carrinhos.
  • Brinquedos para atividades em água e na areia.
Estes brinquedos estimulam a coordenação motora, a visão e a audição do bebê.
Para crianças acima de 2 anos podemos oferecer:
  • Bolas, jogos de encaixar e completar figuras, e massinhas de modelar,
  • Blocos de montar,
  • Brinquedos musicais (pianinho, tambor, sanfona, reco-reco)
  • Fantoches e roupas de fantasias,
  • Animais e equipamentos de fazenda,
  • Quebra-cabeças.
  • Jogos de armar e de construir.
  • Triciclos.
  • Livros.
  • Jogos de raciocínio e de memória.
  • Jogos de mesa.
  • Kits de mágica e tantos outros.
Depois de completar os dois anos  a criança começa a  explorar o mundo à sua volta, usa a imaginação e começa a interagir com os brinquedos como amigos, super-heróis e a boneca começa a fazer parte da sua vida como personagem. Os brinquedos de montar se transformam em ambientes  reais como cidades e parques.
Para nós adultos alem de organizar estes materiais, ter um lugar próprio para colocá-los e é importante ter critério na escolha de materiais seguros e não tóxicos.
O que consideramos mais relevante é destinar tempo para estimular e brincar com os filhos.
Fonte: Zigzigzaa/ Espaço da Pedagoga

domingo, 11 de março de 2012

O começo na pré-escola.


A psicopedagoga Adriana Tavares garante que a experiência ensina a criança a separar-se dos pais sem sofrimento e a reencontrá-los com alegria



menina estudando
A pré-escola é uma etapa extremamente importante na vida da criança, já que é a primeira ruptura com os pais, lembre-se que cada um tem seu tempo para se adequar a estas mudanças

Ao entrar na pré-escola, a criança vive um momento delicado, pois tem que aprender, de uma só vez, a afastar-se do convívio familiar e a criar novas relações afetivas. A emoção das primeiras separações é muito forte. Ela se pergunta: "Por que tenho que vir para cá?" "A professora vai cuidar de mim?" "E se minha mãe não voltar?" Os pais também sentem. "Será que meu filho vai ficar bem?"

Para que essa primeira separação não seja muito sofrida, as boas pré-escolas propõem um programa de adaptação que ajuda a criança a fazer amizades e a entrar aos poucos na rotina da classe. Geralmente, o primeiro passo é uma visita à escola com o filho antes do início das aulas. Depois, a mãe, o pai ou, quando não for possível, a babá ou a avó deve ficar com a criança na escola por um certo período. Esse tempo vai diminuindo até que ela se sinta segura, crie vínculos de afeto com a professora e conheça o espaço e os colegas. Só assim ela vai estar à vontade para brincar, participar e aprender. O tempo de adaptação varia muito. As crianças mais tímidas e as com menos de 3 anos podem precisar de duas ou até de três semanas.

Algumas dicas:
Não fique perguntando à criança se ela quer ir à escola. Ela não é capaz de decidir sozinha. É preciso que os pais estejam muito seguros de sua opção, caso contrário a criança vai perceber.

Procure matricular seu filho no início do ano ou do semestre. Assim ele não será o único aluno novo no grupo. Para encorajá-lo, deixe-o levar seu paninho ou brinquedo preferido. É uma maneira de manter o vínculo com sua casa.

Evite colocá-lo na escola pela primeira vez num momento que coincida com dificuldades ou transformações na família, como morte de alguém querido, divórcio dos pais, nascimento de um irmão ou mudança de casa. Nessas horas, seu filho precisa estar junto de você.

Mesmo depois de uma familiarização bem-sucedida é comum haver retrocessos. Após uma semana sem a mãe na escola, muitas vezes a criança fica triste, agressiva ou não participa das atividades em grupo. Também pode apresentar comportamento regressivo em casa, como chupar o dedo ou fazer xixi na cama. É difícil saber ao certo por que isso ocorre. Talvez uma briga com amiguinhos ou a ausência da professora por um dia. Busque informações na escola o quanto antes e combine uma ação conjunta com a professora.

É importante lembrar que a separação é um processo que gera sentimentos que precisam ser entendidos. Os pais não devem se sentir envergonhados se o filho não aceita a nova situação com a mesma facilidade de outras crianças. Cada um pode ter uma reação diferente em momentos de mudanças. Se ele não tiver se adaptado após três semanas, deve-se considerar a possibilidade de adiar o ingresso na escola por seis meses ou um ano.
Fonte: Educar para Crescer.
Comentários
Comente também!